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A SUBVERSÃO DA RESSURREIÇÃO, PARTE 3

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MANHÃ Jo 21.1-13 Um dos episódios pós-ressurreição envolve uma manhã, a pescaria de Pedro, e um café-da-manhã. Após aquele final de semana, as cenas da crucificação, o burburinho da multidão sobre o monte Caveira, e os estalos da guarda romana ainda estavam vivos na memória de Pedro. Contudo, é plausível supor que a brutal lembrança da morte de seu digno mestre concorria com algo que não podia esquecer: quando as autoridades levaram Jesus a interrogatório, ele o negou. Por amor de sua própria segurança, negou instantaneamente seu envolvimento com seu gracioso Mestre. Muito provavelmente, todas estas imagens, inundaram seu coração com um intenso sentimento de remorso, vazio e desconsolo.  Jamais haverá alguém tão intrinsecamente digno e repleto de autoridade quanto a Jesus, Senhor e Deus de todo o cosmos, e, mesmo assim, havia se dirigido a ele, um ordinário pescador, o convidado  a ser seu discípulo, companheiro de confiança e amigo (...e amigo); transformado ...

A SUBVERSÃO DA RESSURREIÇÃO, PARTE 2

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TARDE Lucas 24.13-31 A segunda cena da ressurreição envolve um pôr-do-sol, dois discípulos cabisbaixos e um café da tarde. Estes homens caminhavam desconsoladamente a caminho da aldeia de Emaús. Andavam e conversavam chorosamente sobre o infortúnio da morte de Jesus. Para eles, no calvário foram crucificados também os sonhos e as expectativas mais palpitantes, que outrora arderam o coração, de ver o reino dos Céus na terra surgindo finalmente. Mas agora, tanto reino quanto céus pareciam ter sido soterrados desde a última sexta-feira. A constrição destes discípulos revela a sinceridade de seus corações ao sentirem por Jesus. Eles verdadeiramente o amavam, e absolutamente natural o lamento por sua ausência. Em seus corações um largo caminho foi aberto para a dor e pranto por Jesus. Contudo, deixaram o sofrimento afogar a lembrança e atordoar a esperança. É sempre um risco no luto. A dor daqueles homens falou significativamente mais alto que suas expectativas, memórias...

A SUBVERSÃO DA RESSURREIÇÃO, PARTE 1

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MADRUGADA Os evangelhos narram os dias após a morte de Jesus, registrando eventos absolutamente subversivos às expectativas dos discípulos. Determinadas cenas no relato de Lucas nos mostram como os céus surpreendem a experiência de algumas pessoas nos dias seguintes à ressurreição. Jesus subverte, surpreende, confronta, esvazia e preenche ao aparecer ressurreto. Mais do que pelo aterrador fato de estar vivo, de pé e respirando após sua morte, pelo que fala e faz. As circunstâncias, os locais, os momentos e as pessoas – principalmente as pessoas –, tudo altamente significante. Em momentos distintos do dia, Jesus aparece em lugares específicos. Isto porque seus discípulos são também distintamente específicos, e assim é que lidam com sua vida e morte. A primeira cena envolve uma madrugada e, pelo menos, duas mulheres. Uma delas, Maria Madalena. Elas levam consigo especiarias perfumadas de essências de flores, óleos e aloés, ao sepulcro para cuidarem do corpo de Jesus. Esta atit...

Dê uma boa olhada nos pássaros e desista da ansiedade

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“… N ã o andeis ansiosos com sua pr ó pria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu pr ó prio corpo, quanto ao que vestir. N ã o é a vida mais importante que a comida, e o corpo mais importante que a roupa? Observai as aves do c é u: n ã o semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. N ã o tem voc ê s muito maior valor do que elas? …” (Mt 6. 25,26)  Stress, distração, ira, depressão, pânico, insegurança. Além de serem antônimos de saúde, capazes de nos destruir de dentro para fora, o que estes distúrbios tem em comum é a origem: a ansiedade. Por isso, nem sempre é fácil identificar este mal dentro de nós. Pois, além de termos dificuldades em avaliarmos a nós mesmos e lidar com nossas imperfeições, muito mais complexo parece ser olhar através dos frutos da ansiedade que colhemos no coração.  Em sua essência, ansiedade é uma reação inadequada às situações que nos cercam e surpreendem — o que é muito diferente das nossa...

Quem é este?

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Por um feliz Natal de verdade

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2013, um horizonte

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Um trono a todo ouvidos

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“Quando se abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu por cerca de meia hora. E então vi os sete anjos, em pé diante de Deus, e foram dadas a eles sete trombetas. E outro anjo parou-se junto ao altar, com um incensário dourado, e foi lhe dado muito incenso para oferecer junto às orações de todos os santos sobre o altar dourado diante do trono; e de suas mãos subiu a fumaça do incenso com as orações dos santos diante de Deus. Então o anjo tomou o incensário e o encheu com o fogo do altar e o lançou sobre a terra, e houve trovões, vozes, relâmpagos e terremotos.” Apocalipse 8.1-5 Enquanto os santos, sob perseguição e tribulação, estão orando, guiados pelo Espírito de Deus, suas imperfeições são assistidas pela intercessão de Cristo, como que envolvidas pelo incenso sacerdotal bem quisto diante do altar de Deus – onde o Cordeiro de Deus é o único sacrifício aceitável. Uma vez envoltas por essa mediação, as orações sobem à presença de Deus como aroma agradável, e são ouvidas diante ...

OUÇA OS GRITOS DO ESPÍRITO E NÃO OS SUSSURROS DA CARNE

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“Pois não o faço o bem que prefiro e sim o que detesto” (Romanos 7.15)                                                              Se você ama a Jesus, você entende o apóstolo Paulo quando ao dizer que teve sérias dificuldades em fazer o bem que preferia, mas com facilidade fazia o mal que odiava. Preferimos o bem, pois somos filhos de Deus; realizamos o mal, pois ainda lidamos com a carne. Isto é um esquema, não uma opção! Mas o importante de perceber é que todo que é nascido pelo Espírito de Deus conta com este mesmo Espírito para guiá-lo a Deus e à santidade. O Espírito Santo declara e faz guerra ao pecado dentro de nós (Gálatas 5.17). Todavia ele não trabalha sozinho, outrossi...

Quando milagres acontecem?

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"Os discípulos perguntaram: 'Mas onde vamos encontrar comida suficiente para todos neste lugar deserto?' E Jesus perguntou: 'Quantos pães vocês têm?' " É maravilhoso observar a variedade dos milagres de Jesus. Cada um, ao mesmo tempo em que aparentemente tão ocasional, tão singular. Sem formatos previsíveis, sempre impressionantes. Mesmo na ocasião da segunda multiplicação de pães e peixes, não podemos concluir uma repetição de seu significado. É único, especial, e sobrecarregado de mensagem.  Ao olhar com o mínimo de atenção para a movimentação inicial do capítulo 8 do evangelho segundo Marcos, temos muito a ver e compreender, a reavaliar e reconsiderar, sobre o que é a missão cristã, a fé, o milagre, e o discipulado. Afinal, o que realmente é ser discípulo? Seria o mesmo que o foi nos dias de Jesus? Estas perguntas tem seu lugar em nossos dias devido aos rumos que a identidade evangélica tem trilhado. Um Deus bom, amigável e acessív...

Ainda falando sobre Fé

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“Ao entrar no povoado, dez leprosos dirigiram-se a ele. Mesmo de longe  gritaram: Jesus, Mestre, tem piedade de nós! Ao vê-los, ele disse: Vão mostrar-se  aos sacerdotes. Enquanto eles iam, foram purificados” (Lc 17.12-14). Os milagres de Jesus registrados nos evangelhos invariavelmente no revelam o Filho que veio levar sobre si dores, aflições e transgressões de muitos, devolvendo saúde, paz, perspectiva e dignidade. Cada milagre permite que um facho de luz do céu clareie a percepção humana de que o Logos de Deus se manteve interessado em restaurar a verdadeira humanidade às pessoas que ele encontrou. Devolvendo suas vidas à mera, porém boa, normalidade. Pode-se perceber tudo isso na ocasião da cura dos dez leprosos. O Mestre devolve com graça e capacidade mais do que a saúde que um dia aqueles homens experimentaram, lhes restaura a civilidade. A vida social é possível novamente. Dez anônimos leprosos podem retorna...

FÉ: DESESPERO, EXPECTATIVA E OBEDIÊNCIA

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“Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi. Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada, e albardou o seu jumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque seu filho; e cortou lenha para o holocausto, e levantou-se, e foi ao lugar que Deus lhe dissera. Ao terceiro dia levantou Abraão os seus olhos, e viu o lugar de longe. E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moço iremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós. E tomou Abraão a lenha do holocausto, e pô-la sobre Isaque seu filho; e ele tomou o fogo e o cutelo na sua mão, e foram ambos juntos. Então falou Isaque a Abraão seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho”. (Gn 22.2-8)   ...

O fator manjedoura

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A ocasi ão do primeiro Natal esconde uma inspira çã o de um puro e incompreens í vel amor. Trata-se do Poderoso Deus Criador do espa ç o e consumador do Tempo, declarando seu total envolvimento e considera ção com as pessoas desse mundo. E qual a possibilidade disto? Amor. Exclusivo caminho perfeito de amor. O primeiro Natal diz ao mundo, de um modo soberano, que a Hist ó ria tem dono, cujos propósitos são  inegoci á veis. Mas também evidencia que esse Deus tem seu próprio jeito de trabalhar. Glorioso, incontrolável, poderoso, incompreensível.  Todavia, o sil êncio divino que divide os testamentos b í blicos n ã o foi quebrado com trov õ es estrondosos, nem trombetas apocal í pticas douradas - o que lhe cairia muito bem, diga-se de passagem. Mas sim pelo choro de uma pequena crian ç a. há como compreender? O Deus da Criação, do Êxodo e dos Reis, decide vir ao mundo pessoalmente, e vem  em um bebê nu e pobre. Difícil de entender, mas se algo fica claro, é o jeito...

Aos meu amigos o Convite

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"Vocês que são jovens e tentam pregar, não façam isso grandiosamente.  A verdadeira grandeza da pregação consiste em que Cristo Jesus seja mostrado grandiosamente nela. Nenhuma outra grandeza é necessária!  Mantenham o 'eu' no chão, e ponham Jesus no meio povo, evidentemente crucificado entre eles.  Ninguém além de Jesus,  ninguém além de Jesus!  Deixe-o ser a suma  e a substância  de seu ensinamento." Charles H. Surgeon

Temor e tremor em um dia comum

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          “...desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque é Deus que opera em vós tanto o querer quanto o realizar, segundo a sua boa vontade.” Fp 2.12-13          Por que é tão fácil para os cristãos, mesmo os mais experimentados, pensarem na salvação como uma estação de chegada, um ponto final, o prêmio derradeiro da vida de fé? Teria a palavra salvação mais a ver com “céu” do que com as segundas e terças-feiras quaisquer de um cotidiano comum e terreno? Acredito que não. E as ênfases dos evangelhos, as diretrizes de Jesus e as cartas de Paulo, apontam noutra direção, indicando antes, o início. A condição absoluta para toda nova vida, que nasce a cada salvação. É ela o marco inicial da amizade de uma pessoa com o Criador, Deus e Juíz de todo Universo. O começo da vida e da experiência de realmente viver parte da redenção conquistada na cruz. Onde homens e mulheres têm a possibilidade de se conhecerem, e experimentarem...

Ore até que você ore!

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"Jacó chamou o lugar de Peniel, pois havia visto ali Deus face a face, e sua vida foi salva".  Gn 32.30 O que estava acontecendo no vale de Jaboque era, na verdade, uma oração. Oração de um homem exausto e farto de sua própria insinceridade diante de Deus. Naquela madrugada Jacó percebeu que tinha a oportunidade de se despir de toda aparato social e maquiagem do coração, e, assim, simplesmente ter um tempo de honestidade na presença do Senhor. Então, insistiu, lutou e se apegou a ela. Há um conselho puritato que precisamos refletir em nossos dias, que diz: “ore até que você ore”. Certamente não está sugerindo a persistência, por si somente, como uma característica de nossa vida de oração. Apesar de que já não seria uma má ideia, afinal esta é uma clara e repetida ênfase bíblica. Elias orou sete vezes pela chuva antes que visse qualquer sinal de nuvem no céu. Jesus, por vezes a incentivou – um bom exemplo é a parábola em Lc 11.5-13. Além do mais, ele mesmo ora três vezes co...

TRÊS GOTAS DE COLÍRIO PARA ASTIGMATISMO ESPIRITUAL

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Nm 13 e 14 Pessoas que sofrem com a imperfeição visual chamada astigmatismo, de um modo geral, enxergam os objetos próximos e os distantes de forma distorcida, sobretudo as imagens em profundidade. Trata-se de um mal muito comum entre os seres humanos. A boa notícia é que pode ser facilmente corrigido ou curado com o auxílio de lentes ou cirurgias oftalmológicas. Contudo, infelizmente, não são apenas os olhos do corpo os que são acometidos com este tipo de enfermidade. Tão comum quanto, é a dificuldade dos olhos da fé do povo de Deus enxergar com profundidade, clareza e bom foco a mão de Deus em meio às circunstâncias complexas da vida. Basta a menor nuvem apontar no céu de nossos dias, que a visão da alma se turva, embaça e escurece em meio às sombras da murmuração. Foi assim no êxodo do Egito*, continua sendo em nossos dias. Deus se revela graciosamente a aquele povo disperso e acomodado – apesar de aflito e sofrido –; realiza sinais, milagres e prodígios para provar seu poder e inte...

O design da felicidade

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Quantas vezes a gente, em busca da ventura, p rocede tal e qual o avozinho infeliz: e m vão, por toda parte, os óculos procura, t endo-os na ponta do nariz! (Da Felicidade, Mário Quintana) Bem-aventurado o homem... que tem o seu prazer na palavra do Senhor e nela medita de dia e de noite. (Salmo 1.1,2) Os termos bíblicos referentes à felicidade humana ultrapassam uma centena de ocorrências. E se Martinho Lutero acertou ao dizer que os livros dos Salmos contém, direta ou indiretamente, toda a mensagem bíblica, podemos concluir que esta se interessa na felicidade das pessoas que a ouvirão. Ali, os sinônimos e derivações de ventura, alegria, felicidade, etc., vão além de 65 termos, isto é, em tese, praticamente um evento a cada dois salmos. Percebe-se que, sem a menor dúvida, trata-se de um foco especial do saltério e consequentemente da Bíblia como um todo. É importante que atentemos para este fato. Compreender isto pode nos ajudar a conhecer o verdadeiro e bom caráter do Deus san...

Senador Magno Malta sobre sobre o "Kit Homossexual"

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O senador Magno Malta ( PR/ES) atualmente preside a Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da  Família Brasileira. Seus discursos tem refletido, com devida propriedade, o pensamento social concernente ao cristianismo bíblico para nossos dias. Confira um de seus pronunciamentos:

Por que ELE chorou?

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Jesus estava em Jerusalém quando recebeu notícias de que um amigo querido havia adoecido (Jo 11.3). Seu nome era Lázaro. Contudo, sem se alarmar diz que aquela doença não era para a morte. Como quem diz: “ filhos, não se preocupem, está tudo sob controle! ”. Depois disso Jesus ainda permanece dois dias onde estava, e sem o menor sinal de pressa, só chega a Betânia, povoado de Maria, Marta e seu irmão Lázaro, dois dias depois. O que ele encontra é um funeral. Seu amigo havia morrido ha exatamente quatro dias atrás. A segunda cena é às portas do povoado, onde Marta corre para encontrá-lo e se queixar, dizendo que o mal poderia ter sido evitado se ele estivesse chegado antes. Mais uma vez Jesus responde sem alarde, que Lázaro ressuscitará. Como quem diz: “ filha, não se preocupe, está tudo sob controle! ”. Jesus demonstra a calma e serenidade confiante exclusivas daquele que pode todas as coisas, que é senhor sobre tudo o que existe, autor da vida e soberano sobre a morte. Atitudes esp...