A SUBVERSÃO DA RESSURREIÇÃO, PARTE 2
TARDE Lucas 24.13-31 A segunda cena da ressurreição envolve um pôr-do-sol, dois discípulos cabisbaixos e um café da tarde. Estes homens caminhavam desconsoladamente a caminho da aldeia de Emaús. Andavam e conversavam chorosamente sobre o infortúnio da morte de Jesus. Para eles, no calvário foram crucificados também os sonhos e as expectativas mais palpitantes, que outrora arderam o coração, de ver o reino dos Céus na terra surgindo finalmente. Mas agora, tanto reino quanto céus pareciam ter sido soterrados desde a última sexta-feira. A constrição destes discípulos revela a sinceridade de seus corações ao sentirem por Jesus. Eles verdadeiramente o amavam, e absolutamente natural o lamento por sua ausência. Em seus corações um largo caminho foi aberto para a dor e pranto por Jesus. Contudo, deixaram o sofrimento afogar a lembrança e atordoar a esperança. É sempre um risco no luto. A dor daqueles homens falou significativamente mais alto que suas expectativas, memórias...

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